Dividida em três grupos, a Assembleia dedicou o segundo dia de trabalhos (25 de fevereiro) à definição do Objetivo Geral, dos Objetivos Específicos e respetivas linhas operativas para os vários sectores da Vida Apostólica, da Comunidade e Espiritualidade, da Animação vocacional e Formação, da Administração e Serviço de Autoridade, e Família Paulista, no próximo triénio.

Na manhã do dia 26 de fevereiro a Assembleia aprovou a Ata dos trabalhos do dia anterior; procedeu à eleição dos Conselheiros: Pe. Rui Martins Tereso (I Conselheiro) e Ir. Darlei Zanon (II Conselheiro); fez a revisão do Estatuto Regional; aprovou a Ata do dia e o Comunicado Final. Registou-se o mesmo anseio e determinação que marcou o começo da Assembleia: ser «Testemunhas da comunicação de Cristo», na alegria e em fidelidade ao carisma paulista.

Nas linhas operativas fica manifesta a vontade dos Paulistas se lançarem para a frente. Com audácia e determinação, os Paulistas de Portugal estão cientes da abundância de «riqueza de possibilidades que se abrem para o apostolado e para a pastoral vocacional em Angola», como frisou o Superior Geral em carta acima referida, ao traçar as Linhas Programáticas para a Região Portuguesa.

Na homilia da Eucaristia de encerramento da XIII Assembleia Regional de Portugal, Pe. Silvio Sassi, recolhendo a inspiração advinda da Palavra de Deus deste dia, exortou a Assembleia a «reavivar o olhar sobrenatural sobre a nossa vida e sobre os nossos projetos: tudo pelo Evangelho»; sublinhou que «ninguém é inútil para realizar a missão comunitária de evangelizar: cada um pode dar uma ajuda»; e frisou que «o carisma não se aprende só na teoria, mas ao vivê-lo juntos dia após dia», concluiu o Superior Geral.